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Atuação do MST vira embate entre deputados da Alepe

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Atuação do MST vira embate entre deputados da Alepe

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A reforma agrária e a atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pautou pronunciamentos na reunião plenária dessa quarta (17). Enquanto Rosa Amorim (PT) e João Paulo (PT) enalteceram o trabalho do MST na democratização do acesso à terra e na garantia da produção de alimentos, Renato Antunes (PL) criticou o movimento e defendeu proposta nacional que pretende penalizar ocupantes e invasores de propriedades.

Rosa Amorim celebrou o Dia Internacional de Luta Camponesa (17 de Abril). A deputada lembrou que na data ocorreu o massacre de Eldorado do Carajás, no Pará. A petista salientou a importância da jornada Abril Vermelho, do MST, que tem o intuito de democratizar o acesso à terra no Brasil. Rosa Amorim também pediu celeridade ao Governo Lula na realização da reforma agrária e a ampliação dos programas sociais voltados para os camponeses. “A gente não quer só a garantia da terra, a gente quer a garantia de infraestrutura para os assentamentos, a gente quer falar sobre saúde no campo, sobre escola no campo, sobre cultura no campo, sobre o bem viver para essas famílias”, acrescentou a parlamentar.

Já Renato Antunes parabenizou a Câmara dos Deputados pela aprovação, na última terça (16), do requerimento de regime de urgência ao projeto de lei que prevê punições a ocupantes e invasores de propriedades rurais e urbanas. Entre as sanções previstas, está o impedimento de receber auxílios e benefícios ou de participar de programas sociais federais, além da impossibilidade de nomeação para cargos públicos e da realização de contratos com o poder público.

Para o deputado, a atuação de movimentos como o MST não é razoável e não representa aqueles que lutam pela terra de verdade. “A reforma agrária precisa ser tratada com muita responsabilidade, e não da forma como alguns querem, simplesmente invadindo e fazendo a política deles, sem foro adequado. Existe a lei e existe a Constituição”, externou.

Avanços

Já João Paulo viu a fala de Antunes como “ofensiva” a um movimento que vem produzindo com qualidade e cujas mobilizações têm tido papel importante na promoção da reforma agrária no País. “Porque se for para esperar que a reforma agrária venha sem luta, ela nunca viria. Os avanços que temos é graças à resistência do proletariado sem terra e sem chão, que muitas vezes é assassinado pelas milícias em defesa de um pedaço de terra para ter direito à vida e ao seu alimento”, ressaltou.

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