Expansão da IA amplia lacuna entre investimentos e eficácia da segurança na nuvem, aponta Fortinet
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A Fortinet divulgou o relatório Estado da Segurança na Nuvem 2026, que mostra um desafio crescente: embora os investimentos em cibersegurança aumentem, a eficácia das defesas não acompanha a velocidade da evolução dos ambientes de nuvem, agora impulsionados pela Inteligência Artificial. Segundo o estudo, 88% das empresas operam em arquiteturas híbridas ou multicloud (alta frente aos 82% em 2025), e 81% dependem de dois ou mais provedores para cargas críticas, ampliando a complexidade e a superfície de ataque.
Para Vincent Hwang, VP de Segurança na Nuvem da Fortinet, “a velocidade de adoção da IA está expandindo a superfície de ataque em ritmo que supera os modelos tradicionais e a capacidade das equipes de proteger essas implantações”.
O relatório identifica três fatores que reforçam essa lacuna:
Defesas fragmentadas – Ferramentas desconectadas e visibilidade limitada dificultam respostas coordenadas; 70% apontam a proliferação de soluções como principal obstáculo.
Equipes sobrecarregadas – Escassez global de profissionais qualificados afeta 74% das empresas, enquanto 59% ainda estão nos estágios iniciais de maturidade em segurança na nuvem.
Ameaças na velocidade das máquinas – Agentes usam IA e automação para explorar vulnerabilidades mais rápido do que as defesas humanas respondem; 80% não confiam na detecção em tempo real.
A pesquisa indica tendência clara: migração para ecossistemas de segurança unificados. Se pudessem recomeçar, 64% das organizações optariam por plataformas integradas que consolidem segurança de rede, nuvem e aplicações, reduzindo atrito operacional e fortalecendo a proteção.
O relatório conclui que, para sustentar estratégias de IA, empresas devem priorizar a resolução de problemas estruturais – fragmentação, falta de talentos e ameaças automatizadas – garantindo uma base segura para inovação.
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